Opinião

A inércia das estatinas: Uma das principais causas de morte em Portugal

“Quando indicado, o início e otimização da terapêutica farmacológica não devem ser protelados. Investir na prevenção dos eventos cardiovasculares acarreta benefícios claros para os doentes e suas famílias, bem como para os sistemas de saúde e economia do país”, defende a interna do 4.º ano de formação específica em Medicina Geral e Familiar (MGF) na Unidade de Saúde Familiar (USF) Ara de Trajano, Joana Campelos.

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