Hidroginástica reduz riscos cardiovasculares na população sénior

As mulheres, entre os 50 e os 75 anos, que praticam regularmente hidroginástica têm menor probabilidade de desenvolver doença cardiovascular e estão menos dependentes da utilização de fármacos anti-hipertensores.

É a conclusão de um estudo desenvolvido por Hélder Santos, docente de Fisiologia Clínica da Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Politécnico de Coimbra (ESTeSC-IPC).

Segundo o docente, praticar hidroginástica duas a três vezes por semana — com sessões de 60 minutos — contribui para a redução do Índice de Massa Corporal (IMC), da massa gorda, do perímetro da cintura e da “espessura íntima média da carótida”.

“A pressão arterial sistólica [pressão máxima] e diastólica [pressão mínima] diminuíram com o exercício físico, o que significa que este tipo de exercício permite diminuir ou adiar o recurso a fármacos anti-hipertensores, prevenindo o desenvolvimento de doença aterosclerótica”, explica.

A investigação, intitulada “Avaliação de parâmetros vasculares e hemodinâmicos numa população idosa. Efeito do exercício continuado” e que resultou na tese de doutoramento do seu autor, acompanhou, ao longo de um ano, 37 mulheres com idades compreendidas entre os 50 e os 75 anos, que frequentaram um programa de hidroginástica enquadrado nas regras do American College of Sports Medicine.

“A promoção deste tipo de programas, como é exemplo a hidroginástica, deve ser desenvolvida e replicada por entidades locais (municípios), nacionais ou internacionais e deve ser promovida e divulgada para que cada vez mais pessoas possam beneficiar deles”, alerta Hélder Santos, esperando que o estudo sirva de incentivo para a disponibilização de programas de exercício físico às populações.

O autor ressalva, ainda, a importância dos meios complementares de diagnóstico na prevenção de doenças cardiovasculares, bem como dos profissionais de saúde no acompanhamento deste universo populacional.

Agendado XIII Encontro Coração e Família

A 25 e 26 de novembro decorre o XIII Encontro Coração e Família, em formato híbrido, organizado pela Delegação Norte da Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC).

“Este ano, o dia 25 vai ser inteiramente dedicado aos novos desafios que a COVID-19 veio criar direta e indiretamente ao universo da Cardiologia, enquanto no dia 26 faremos um update dos fatores de risco das doenças cardiovasculares (dcv), bem como das últimas inovações tecnológicas no seu tratamento”, explica o presidente da Delegação Norte da FPC, João Lopes Gomes, na página oficial do evento.

Presencialmente, o encontro irá realizar-se no Auditório Prof. Alexandre Moreira do Hospital de Santo António do Centro Hospitalar do Porto.

“Porque o coração é o motor da vida, queremos que no final deste nosso 13.º Encontro todos estejamos conscientes da necessidade de sermos ainda mais atentos e colaborantes na procura da melhor saúde para todos”, apela João Lopes Gomes.

Para mais informações aceda aqui.

Aspirina para prevenir primeiro enfarte ou AVC apenas em casos de risco

A toma regular da aspirina para prevenir um primeiro ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral (AVC) deve ser feita apenas por quem apresenta elevado risco cardiovascular e mediante acompanhamento médico.

“Só num grupo restrito de pessoas com muito risco (…) pode ser benéfico fazer aspirina antes de qualquer evento cardiovascular”, adiantou à Lusa o coordenador do Grupo de Estudo de Tromboses e Plaquetas (GETP) da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC), Rui Guerreiro.

Segundo o médico, nas pessoas que nunca sofreram um enfarte ou um AVC, os últimos estudos mostram que, apesar de o medicamento prevenir “a ocorrência destes eventos, tem um custo significativo” de aumento da possibilidade de hemorragias, principalmente ao nível gastrointestinal.

“Esta prática clínica em prevenção primária já não é atual. Desde há alguns anos que temos esta informação e as recomendações traduzem exatamente isso. É uma prática que tem vindo a ser abandonada com base nos últimos estudos”, explicou o cardiologista.

Relativamente a quem já fez um enfarte ou um AVC, o membro da SPC avançou que estas pessoas “continuam a ter indicação para fazer aspirina”, por prescrição e com acompanhamento médico.

A aspirina torna o sangue mais fino, o que evita a formação de coágulos sanguíneos e ajuda a reduzir o risco de ataque cardíaco ou AVC.

Curso de ECG dedicado a estudantes de Medicina

A Academia Nacional de Acesso (APNA) vai realizar o Curso Sprint de Eletrocardiograma (ECG) em formato online e de forma totalmente gratuita, nos dias 2 e 3 de novembro. Este curso é dedicado a todos os estudantes de Medicina.

O Curso de ECG propõe um modelo formativo, testado e validado, em que irá começar pela base teórica fundamental, nomeadamente o que diz respeito aos bancos de urgência. Taquiarritmias, bradiarritmias, síndromes coronárias agudas, miocardiopatias, canalopatias são algumas das patologias em destaque.

Apesar de ser uma tecnologia centenária, o ECG de 12 variações continua a ser um dos exames mais importantes da prática médica.

A APNA é um centro líder na preparação para a Prova Nacional de Acesso e faz parte de um grupo internacional com mais de 14 anos, estando presente em Portugal desde 2018.

As inscrições para o Curso de ECG estão disponíveis no site oficial.

Carlos Rabaçal: “O XXIX Congresso Português de Aterosclerose vale pelo seu todo”

Agendada para 15 e 16 de outubro, no Meliá Ria Hotel, em Aveiro, a XXIX edição do Congresso Português de Aterosclerose promete valer pelo seu todo. Antecipando a qualidade e novidade planeadas, o presidente do Congresso, destaca o estado da arte, o momento presente e as terapêuticas associadas à patologia como os temas principais. Em entrevista ao Jornal Médico, Carlos Rabaçal faz a projeção do essencial do evento.

Jornal Médico (JM) | Estamos na XXIX edição do Congresso Português de Aterosclerose. Quais os saltos qualitativos da história deste Congresso que gostaria de assinalar?

Quando se organiza um evento científico desta índole, é difícil anteciparmos saltos qualitativos. Todas as anteriores edições tiveram também, de certeza absoluta, a pretensão de serem eventos qualitativamente muito visíveis. Falarmos em avanços qualitativos, é em certa medida desvalorizarmos tudo aquilo que foi feito para trás. No mínimo, o que pretendemos, e eu particularmente por estar na comissão organizadora, é que este Congresso tenha a mesma qualidade que os anteriores. Passou um ano relativamente ao congresso anterior, houve aspetos que se relacionam com o objeto deste congresso que sofreram algumas modificações, que foram atualizados, e é isso que queremos trazer. É uma discussão atual de temas relacionados com a aterosclerose.

JM | O Congresso vai realizar-se em formato híbrido. Que adaptações tiveram de fazer para manter o nível de diferenciação habitual? Quais os principais desafios?

Esta versão híbrida, o que traz de novo, é o facto de termos também uma transmissão via web. Estamos habituados aos congressos presenciais e infelizmente com o problema que todos vivemos, fomos obrigados a comunicar utilizando as tecnologias atuais. Antecipando que ainda poderíamos estar a viver o rescaldo da crise, preferimos organizar este modelo que tem as duas faces: presencial e virtual. Por um lado, contamos com as pessoas e estamos muito ansiosos por perceber finalmente se vão ultrapassar os receios e aparecer em Aveiro. Por outro lado, sabendo que em algumas circunstâncias ainda podem haver alguns constrangimentos, também temos a parte virtual.  Para isso foi necessário termos a parceria e o apoio de empresas que trabalharam e nos ajudaram a construir este Congresso, como a LPM e a News Farma. Esta parte está a ser trabalhada para que o Congresso possa chegar às pessoas que estão a ver virtualmente, da mesma forma que as que estão a assistir presencialmente.

JM | Quais foram as linhas orientadoras para a elaboração do programa científico?

O programa científico do Congresso Português de Aterosclerose está muito centrado na doença aterosclerótica. Sendo um tema que interessa a várias especialidades, achamos que é sempre um bom momento para refletirmos sobre aquilo que vai surgindo ano a ano, de forma a diagnosticarmos melhor e a tratarmos melhor os doentes que tem doenças ateroscleróticas. Nesse sentido, tentamos olhar para o estado da arte e para o momento presente e integrar no programa temas que sejam atuais. Além de discutirmos temas relacionados com a inflamação, que agora se fala muito por causa da COVID-19, vamos falar da relação dos genes com estas doenças, ouviremos projeções sobre o que será a aterosclerose no futuro,  vamos falar também de várias inovações no capítulo terapêutico. Além de ter uma matriz em que se discute sempre a doença aterosclerótica, também integrará informação clínica relativamente àquilo que no último ano aconteceu e o que acrescenta à nossa vivência atual. Recentemente foram publicadas as guidelines da prevenção da doença cardiovascular da Sociedade Europeia de Cardiologia (European Society of Cardiology), que naturalmente também servirão para fundamentar as discussões que se vão discutir.

JM | Quais os temas que destaca nesta edição?

Todas as sessões se destacam por aquilo que nós antecipamos em termos qualitativos e de novidade para quem vai assistir. Efetivamente, eu acho que o Congresso foi construído com as ideias de muitas pessoas e todos os temas são importantes. O XXIX Congresso Português de Aterosclerose vale pelo seu todo.

JM | Qual a importância da Medicina Geral e Familiar (MGF) e da presença destes especialistas no Congresso?

A grande maioria dos doentes com doenças ateroscleróticas é seguida pelos nossos colegas de MGF. As especialidades médicas hospitalares, onde se inclui a Medicina Interna, a Cardiologia, a Neurologia e a Endocrinologia, veem uma parte pequena dos doentes que têm estas doenças. Sabemos que as doenças cardiovasculares ateroscleróticas são a principal causa de morte e de morbilidade do mundo. São doenças extremamente prevalentes, frequentes e que escapam naturalmente à abrangência das especialidades hospitalares. A grande maioria destes doentes já com doença e aqueles que ainda não têm, mas que têm riscos e que são escrutinados mais particularmente pela MGF, obrigam-nos a que contemos também com os colegas desta especialidade para a discussão destes temas. Eles têm muitos destes indivíduos, que sendo saudáveis já têm risco e têm de ser tratados, e também muitos daqueles que já tendo doença necessitam de ser acompanhados. Achamos que, claramente, os colegas de MGF fazem parte deste grupo de especialidades que tem a aterosclerose como um inimigo comum.

JM | Que estratégias podem ser adotadas para melhorar a adesão terapêutica e qual o papel do médico de família e da telemedicina na sua promoção?

A adesão terapêutica é efetivamente uma das questões de grande relevância e de discussão atual no âmbito do tratamento de múltiplas doenças crónicas. Em várias áreas das doenças crónicas, aquelas que exigem um tratamento de longo curso, muitas vezes para toda a vida, colocam-se questões de extrema dificuldade e que passam muito pela necessidade de nós engajarmos os doentes, os empoderarmos, para que eles possam ser parceiros do seu tratamento e contribuírem para o sucesso das terapêuticas.       Para conseguirmos isso temos de capacitar o doente para que ele possa fazer as melhoras escolhas. Isto implica que tenhamos tempo para estar com os nossos doentes. Temos de ter tempo para os educar e aconselhar, ouvir as suas preocupações, os seus receios, as suas dúvidas e podermos, de uma forma muito mais enfática, relevar a importância do tratamento de forma a que os doentes percebam que devem ter hábitos comportamentais e de ingestão dos fármacos que sejam adequados àquilo que é a sua realidade, e que efetivamente possa ser também um elo no sucesso das terapêuticas. Nesse sentido, a telemedicina pode ajudar a fazer mais e melhor porque pode facilitar a frequência dos contactos.

JM | Que cunho pessoal quer imprimir nesta edição do Congresso Português de Aterosclerose?

Posso dizer com alguma vaidade que estou na comissão organizadora do XXIX Congresso da Sociedade Portuguesa de Aterosclerose. Depois, algo com o qual eu me debati para este congresso são as sessões de prós e contras das terapêuticas. Também trazemos alguém de fora da Medicina: o escritor Afonso Cruz. É importante termos a sua visão daquilo que será o mundo depois da pandemia. O resto insere-se muito na linha do que tem sido feito, com sessões e conferências.

Trombose: GESCAT alerta para perigo da doença

No âmbito do Dia Mundial da Trombose, definido pela Sociedade Internacional de Trombose e Hemostasia (ISTH) como sendo a 13 de outubro, o Grupo de Estudos de Cancro e Trombose (GESCAT) alerta para a necessidade de consciencialização da população e dos profissionais de saúde para as causas, fatores de riscos e sintomas desta patologia.

“Silenciosa, assintomática, repentina e grave. A trombose é uma doença causada pela formação de um coágulo sanguíneo numa veia, principalmente nos membros inferiores. Se não houver uma ação rápida, pode ser fatal”. Palavras do médico oncologista e presidente do GESCAT, Sérgio Barroso, em comunicado enviado.

Atualmente, estima-se que esta doença afete duas a cada mil pessoas por ano, com uma taxa de ocorrência de 25%. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que a trombose ocorre nas três maiores causas de morte por doenças cardiovasculares no mundo: enfarte, acidente vascular cerebral (AVC) e tromboembolismo (TEV).

“É por este motivo que o GESCAT defende que a trombose deve ser considerada um problema de saúde urgente e crescente e que o primeiro passo para a prevenção (…) é entender como é que esta doença se manifesta no corpo. A falta de conhecimento de grande parte da população acerca desta patologia silenciosa atrasa frequentemente o seu correto diagnóstico e consequente tratamento, o que a torna a principal causa de morte cardiovascular evitável”, esclarece o especialista.

Os membros inferiores são os locais mais comuns de trombose e os principais sintomas são o inchaço, a dor, o calor e a vermelhidão local.

 

SPH organiza 18.ª edição da Hipertension Summer School

A Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH) organiza a 18.ª edição da Hipertension Summer School (HSS), a acontecer a 19 e 20 de novembro, sob a forma de webinar. Esta edição tem como público-alvo os jovens médicos com interesse na investigação da hipertensão arterial.

No curso vão ser abordados diferentes temas relacionados com a hipertensão arterial e a doença cardiovascular, tais como a genética, a fisiologia, a epidemiologia, o tratamento, o sal e a doença cardiovascular, a leitura crítica da evidência e a discussão de casos clínicos.

O presidente da SPH, Luís Bronze, enaltece a HSS por “reunir vários especialistas internacionais que participam na iniciativa com o intuito de partilhar os seus conhecimentos e as suas experiências com os nossos jovens profissionais de saúde”, lê-se em comunicado enviado.

A comissão organizadora da HSS é composta por Agostinho Monteiro, Fernando Pinto e Rasiklal Ranchhod.

Ao melhor participante neste curso, escolhido após avaliação no fim do mesmo, será concedida a inscrição no próximo Congresso da Sociedade Europeia de Hipertensão 2022, a realizar de 17 a 22 de junho em Atenas, na Grécia.

As inscrições são gratuitas e limitadas. A língua oficial do curso é a inglesa. Os interessados devem formalizar a sua candidatura até 31 de outubro, através de carta dirigida à comissão organizadora ou via e-mail para summerschool2021.sphta@gmail.com.

Um dia com a Cardiologia

A 2.ª edição das Jornadas Formativas “Um dia com a Cardiologia”, a realizar-se em formato online a 26 e 27 de novembro, vão promover a partilha de conhecimentos e experiências, através da formação contínua na abordagem da patologia cardiovascular nos Cuidados de Saúde Primários (CSP), em articulação com os cuidados especializados de Cardiologia. Jornadas estas que têm como público-alvo especialistas, seja em Medicina Interna ou Medicina Geral e Familiar (MGF).

Organizadas pelo Núcleo de Internos e Orientadores de Formação da Unidade de Saúde Familiar Nascente (NIOF da USFNS) do ACeS de Gondomar em colaboração com o serviço da Cardiologia do Centro Hospitalar e Universitário do Porto (CHUP), estas Jornadas Formativas centram-se nos temas da insuficiência cardíaca e da fibrilhação auricular.

Os interessados podem submeter trabalhos até 1 de novembro, que serão avaliados pela especialista em MGF Liliana Teixeira e pelos especialistas em Cardiologia Filomena Oliveira e Paula Teixeira.

Tecnologia: pessoas com diabetes podem melhorar perceção de risco de dcv

No Dia Mundial do Coração, que se assinala a 29 de setembro, a Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) lembra que as tecnologias de saúde podem ajudar a melhorar a perceção das pessoas com diabetes sobre os riscos das doenças cardiovasculares (dcv), referindo que esses riscos duplicam em pessoas com diabetes mellitus, em comparação à população não diabética.

Por esse motivo, a APDP junta-se à World Heart Federation que, este ano, celebra o Dia Mundial do Coração com a campanha #UseHeartToConnect. O objetivo é incentivar as pessoas com dcv a conectarem-se e monitorizar a sua saúde cardiovascular, recorrendo à tecnologia.

“A doença cardiovascular é responsável por uma redução significativa, quer na qualidade de vida, quer na esperança de vida. Nunca é demais frisar a importância do investimento no controlo dos fatores de risco cardiovascular. Para que isso aconteça de forma mais sistemática, precisamos de melhorar o acesso das pessoas ao conhecimento e à perceção do risco”, defende o cardiologista da APDP, Pedro Matos, realçando a importância das tecnologias de saúde.

“É preciso aproveitar o poder da saúde digital para colmatar a discrepância entre o conhecimento científico e a realidade quotidiana, melhorar o controlo das doenças e a adesão à terapêutica na expectativa de que, no futuro, haja um impacto significativo na redução dos eventos cardiovasculares”, justifica.

Na mesma linha, o presidente da APDP José Manuel Boavida lembra que “a diabetes é um fator de risco” para as dcv (enfarte agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca, entre outras) e é, também, “a sua principal consequência e causa de morte”. Acrescenta que a maioria dos adultos com diabetes tipo 2 “tem alto ou muito alto risco” de desenvolver uma doença cardiovascular, “principalmente a partir da meia-idade”. Em média, “a diabetes tipo 2 dobra o risco” de dcv e reduz a esperança de vida “em quatro a seis anos”.

A doença cardiovascular continua a ser causa de morte número um no mundo, resultando em 18,6 milhões de óbitos por ano.

Patrocínio

Os dados, opiniões e conclusões expressos nesta publicação são da exclusiva responsabilidade do(s) seu(s) autores e não representam necessariamente os de Bial, não podendo, em caso algum, ser tomado como expressão das posições de Bial. Bial não se responsabiliza pela atualidade da informação, por quaisquer erros, omissões ou imprecisões.