Cardiologista Fausto Pinto é candidato a bastonário da Ordem dos Médicos

Diretor do Serviço de Cardiologia do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte e presidente da World Heart Federation (WHF), Fausto Pinto defende uma Ordem dos Médicos (OM) mais agregadora e inclusiva, com forte impulso na formação médica. “A OM tem um papel de enorme responsabilidade na preparação das novas gerações de médicos para os grandes desafios do futuro”, afirma.

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Sociedade Portuguesa de Cardiologia focada em estratégia nacional que responda às necessidades da saúde da mulher

A Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) integra o grupo de trabalho liderado por Maria de Belém Roseira, que têm o objetivo de reunir propostas e criar uma estratégia nacional de saúde “que tenha em conta as necessidades e especificidades das mulheres e que promovam a qualidade e acesso à saúde de mais de metade da população portuguesa” lê-se em comunicado.

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Congresso europeu focado em entender as diferenças de género no tratamento da insuficiência cardíaca

O congresso europeu anual focado na insuficiência cardíaca (IC), promovido pela Heart Failure Association (HFA) da European Society of Cardiology (ESC), acontece este mês de maio, de 21 a 24, no IFEMA em Madrid, e será transmitido em simultâneo online. A edição de 2022 do congresso Heart Failure tem como co-presidente a cardiologista portuguesa Brenda Moura.

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SPH realça a importância do controlo da tensão arterial com “Semana da Hipertensão”

A Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH) assinala a Semana da Hipertensão (HTA), até 23 de maio, incentivando os utentes a consultarem o seu médico e motivar a adesão à terapêutica. Nesse sentido, vão existir ações de sensibilização através de canais digitais para chegar a todos, além de iniciativas de rastreio e informativas, no Hospital Beatriz Ângelo, em Loures.

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“A hipocoagulação oral no dia a dia” um novo guia transversal dirigido aos profissionais de saúde

O livro “A hipocoagulação oral no dia a dia” é apresenta-se como um guia prático da autoria de João Morais, diretor do Serviço de Cardiologia e coordenador do Centro de Investigação do Centro Hospitalar de Leiria (CHL); de Cristina Gavina, diretora do Serviço de Cardiologia da Unidade Local de Saúde de Matosinhos/Hospital de Pedro Hispano; e de Francisco Araújo, coordenador do Departamento de Medicina Interna do Hospital Lusíadas de Lisboa.

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CPC 2022: Cristina Gavina enfatiza a dislipidemia no idoso e o tratamento desta patologia

A cardiologista Cristina Gavina, que exerce funções no Hospital Pedro Hispano e mantém um papel ativo na Sociedade Portuguesa de Cardiologia, esteve presente no Congresso Português de Cardiologia (CPC) para debater o tratamento da dislipidemia no idoso e, no fundo, o que o clínico precisa de saber sobre este tema. Acompanhe tudo no vídeo.

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CHMT equipado para a realização de exames de Imagiologia cardíaca

O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) investiu nas suas instalações, garantindo agora a possibilidade de realizar todo o tipo de exames imagiológicos de diagnóstico, avaliação e tratamento de patologias cardíacas.

O ecocardiograma de sobrecarga farmacológica foi o primeiro exame a ser feito, nomeadamente, por Davide Severino, cardiologista do CHMT.

O reforço de equipamentos de Imagiologia, teve um custo de 230.000 euros, mas permitirá o fim da deslocação de utentes com patologias cardíacas, que até hoje eram encaminhados para instituições que tivessem protocolo de colaboração com o centro hospitalar.

“Sabemos pela realidade das nossas três unidades e também pelo último estudo que caracterizou a população servida pelo Agrupamento de Centros de Saúde do Médio Tejo, que as doenças cardiovasculares são a primeira causa de morte da nossa região, à frente da doença oncológica”, começou por explicar Casimiro Ramos, presidente do Conselho de Administração do CHMT.

“Com este reforço em meios de diagnóstico, queremos dar um sinal claro à população que servimos: estamos preparados com os melhores profissionais de saúde e equipados com todos os meios de diagnóstico da especialidade de imagiologia Cardíaca, para levar de mais e melhor saúde para a população do Médio Tejo., acrescenta.

O Centro Hospitalar do Médio Tejo abrange os hospitais, de Abrantes, Torres Novas e Tomar.

 

Hipertensão e diabetes na causa de défices precoces do acoplamento neurovascular

Um estudo realizado por Investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) revela que a articulação entre neurónios e microvasos sanguíneos é “mais lenta” em doentes com hipertensão e diabetes, mesmo antes de desenvolverem lesão cerebral ou acidente vascular cerebral (AVC).

“Esse défice ou disfunção significativa na articulação é detetável ainda sem existência de quaisquer sintomas de doença cerebrovascular”, explicou a investigadora da Northwestern University Feinberg School of Medicine de Chicago, nos EUA, a Prof.ª Doutora Elsa Azevedo.

“Antes de terem lesões cerebrais, demência vascular e AVC os doentes hipertensos e com diabetes já começam a ter a ligação entre neurónios e microvasos sanguíneos mais preguiçosa, mais lenta e menos intensa”, referiu ainda uma das coordenadoras do estudo que a equipa da FMUP.

A investigação envolveu doentes com hipertensão que nunca tiveram AVC, tendo os mesmos sido sujeitos a exames não invasivos de imagem, nomeadamente Doppler transcraniano para análise dos principais mecanismos reguladores da vasorreatividade cerebral e a ressonância magnética para avaliação do volume de lesões de substância branca no cérebro.

As conclusões permitiram os investigadores afirmar que durante a estimulação visual “os doentes hipertensos apresentam menor aceleração na velocidade do fluxo sanguíneo na artéria que irriga o córtex visual, apresentando uma resposta mais lenta face ao aumento das necessidades originadas pelo estímulo, bem como uma menor flexibilidade na resposta, quando comparados com pessoas saudáveis, sem hipertensão arterial”.

No caso dos doentes que têm uma condicionante acrescida, nomeadamente, diabetes “os resultados obtidos foram ainda piores, o que aponta para défices precoces do acoplamento neurovascular, anteriores ao aparecimento de sintomas de doença cerebrovascular”.

“Normalmente é necessário aumentar o aporte de sangue às zonas cerebrais que se encontram mais ativas em determinado momento e isso é conseguido pelo mecanismo fisiológico do acoplamento neurovascular, isto é, de articulação entre os neurónios e os vasos sanguíneos que os suprem. Este mecanismo precisa de estar bem afinado para um bom funcionamento cerebral”, concluem.

O estudo, do jornal da especialidade Frontiers in Aging Neuroscience, pode ser consultado na íntegra aqui.

 

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