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CHMT avança na implantação de cardioversor-desfibrilhador subcutâneo

O Serviço de Cardiologia do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) iniciou a implantação de cardioversores-desfibrilhadores subcutâneos. Este novo dispositivo oferece um tratamento de primeira linha para doentes com risco de paragem cardíaca. E está habilitado para a gestão remota do doente.

“Os cardioversores-desfibrilhadores convencionais transvenosos são seguros e eficazes no tratamento de taquiarritmias ventriculares que podem causar morte súbita, mas estão associados a algumas possíveis complicações, a curto e longo prazo, quer relacionadas com o procedimento quer com os elétrodos intracardíacos, como endocardites, fratura do elétrodo ou trombose do vaso sanguíneo de acesso”, esclarece o diretor do serviço de Cardiologia, lê-se no site oficial do Serviço Nacional de Saúde.

O especialista explica que o cardioversor-desfibrilhador é implantado ao nível subcutâneo (o elétrodo) e submuscular (o dispositivo), permitindo a mesma proteção, um maior conforto e uma “abordagem menos invasiva” ao doente “em risco de morte súbita”.

Segundo o especialista, “na área da Arritmologia fica completa a oferta de tratamento de taquidisritmias à população de abrangência do CHMT, o que nos motiva a desenvolver novos projetos”.