Luís Bronze: “Sem os médicos de família, a luta contra a hipertensão estaria condenada ao fracasso”

Em entrevista ao Jornal Médico, no âmbito do Dia Mundial da Hipertensão, que se assinala a 17 de maio, o presidente da Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH), cardiologista, diretor de Saúde da Marinha Portuguesa e investigador integrado do Centro de Investigação e Desenvolvimento do Instituto Universitário Militar (CIDIUM), Luís Bronze, destaca a importância dos especialistas em Medicina Geral e Familiar na gestão e acompanhamento da hipertensão. Alerta ainda para a necessidade de consciencialização e prevenção da patologia. 

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Luís Bronze assume presidência da SPH

No próximo dia 17 de abril os novos Corpos Sociais da Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH), para o biénio de 2021-2023, vão tomar posse. A presidência ficará a cargo de Luís Bronze, cardiologista, diretor de Saúde da Marinha Portuguesa e investigador integrado do Centro de Investigação e Desenvolvimento do Instituto Universitário Militar (CIDIUM).

“É um grande orgulho ter sido escolhido para a esta honrosa posição. Esta eleição enriquece também a minha carreira clínica e científica. E, certamente, espero que contribua para o esforço que constitui o combate às doenças cardiovasculares, fonte de tanto sofrimento. Afinal, é mister da alma de cada médico o alívio da dor dos seus semelhantes. Também foi e será sempre aquele o meu objetivo, enquanto médico”, salienta Luís Bronze, em nota enviada.

A SPH sublinha que neste momento “as sociedades científicas são muito importantes para assegurar a informação científica mais atual e as boas práticas em relação à sua área científica de interesse. Esse papel é ainda mais relevante neste tempo pandémico em que as informações se sucedem, muitas vezes contraditórias e eivadas de ‘achismo’”.

Acrescenta ainda que “no seu mandato, Luís Bronze quer dar destaque aos principais desafios que são contribuir de todas as formas para o diagnóstico, combate e informação pública relativas a esta doença crónica”.

Entre outros cargos, é coordenador da linha de investigação da saúde, no Centro de Investigação Naval (CINAV), Escola Naval, Marinha Portuguesa. É também diretor de Saúde da Marinha Portuguesa desde 26 de julho de 2018 e investigador integrado do Centro de Investigação e Desenvolvimento do Instituto Universitário Militar (CIDIUM).

 

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