SPH promove 3.ª Semana da Hipertensão com webinares temáticos

A Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH) assinala a 3.ª Semana da Hipertensão, de 16 a 24 de maio, com o propósito de sensibilizar a sociedade para o tema e alertar para a importância da prevenção e do tratamento adequado da doença.

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Luís Bronze assume presidência da SPH

No próximo dia 17 de abril os novos Corpos Sociais da Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH), para o biénio de 2021-2023, vão tomar posse. A presidência ficará a cargo de Luís Bronze, cardiologista, diretor de Saúde da Marinha Portuguesa e investigador integrado do Centro de Investigação e Desenvolvimento do Instituto Universitário Militar (CIDIUM).

“É um grande orgulho ter sido escolhido para a esta honrosa posição. Esta eleição enriquece também a minha carreira clínica e científica. E, certamente, espero que contribua para o esforço que constitui o combate às doenças cardiovasculares, fonte de tanto sofrimento. Afinal, é mister da alma de cada médico o alívio da dor dos seus semelhantes. Também foi e será sempre aquele o meu objetivo, enquanto médico”, salienta Luís Bronze, em nota enviada.

A SPH sublinha que neste momento “as sociedades científicas são muito importantes para assegurar a informação científica mais atual e as boas práticas em relação à sua área científica de interesse. Esse papel é ainda mais relevante neste tempo pandémico em que as informações se sucedem, muitas vezes contraditórias e eivadas de ‘achismo’”.

Acrescenta ainda que “no seu mandato, Luís Bronze quer dar destaque aos principais desafios que são contribuir de todas as formas para o diagnóstico, combate e informação pública relativas a esta doença crónica”.

Entre outros cargos, é coordenador da linha de investigação da saúde, no Centro de Investigação Naval (CINAV), Escola Naval, Marinha Portuguesa. É também diretor de Saúde da Marinha Portuguesa desde 26 de julho de 2018 e investigador integrado do Centro de Investigação e Desenvolvimento do Instituto Universitário Militar (CIDIUM).

 

Pandemia em foco no15.º Congresso Português de Hipertensão e Risco Cardiovascular Global

O 15º Congresso Português de Hipertensão e Risco Cardiovascular Global (RCVG) organizado pela Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH), vai realizar-se nos dias 26, 27 e 28 de fevereiro, em formato virtual. A “Importância da pandemia na terapêutica hipertensiva” é um dos temas em destaque.

“O congresso conta com palestrantes estrangeiros e nacionais, que se vão debruçar sobre temas muitos importantes, como a importância da pandemia por SarsCOv2 na terapêutica hipertensiva, a terapêutica hipertensiva em doentes com múltiplas comorbidades e, na mesma linha, a importância dos novos agentes-anti-diabéticos na terapêutica da HTA”, afirma o presidente da comissão organizadora, em comunicado.

Como já é habitual em edições anteriores, vai decorrer o “Curso de Formação em HTA e RCVG” ligado ao manejo da hipertensão arterial em várias situações comuns na prática clínica. Ao longo dos três dias do congresso virtual vão ser analisados e debatidos diversos temas como “Os novos medicamentos cardiovasculares que também reduzem a glicemia” e a “Abordagem do doente com HTA e comorbidades”.

Os e-participantes têm ainda acesso a mesas redondas como a sessão SPH/ESH “Da mesa para a evidência” – Evidência recente do papel do ácido úrico na doença cardiovascular ou “Os desafios das Sociedades Científicas no contexto pandémico”. Além disto, também vão estar disponíveis as conferências “Atualização em Covid-19 e sua relação com o sistema renina angiotensina” e “Risco vascular e Covid-19 em África”.

Em comunicado, o presidente da Sociedade Portuguesa de Hipertensão, Vítor Paixão Dias, refere que “a SPH cresceu, internacionalizou-se, tem vindo a estreitar laços com outras sociedades, mantendo uma aposta forte na relação privilegiada com a medicina geral e familiar onde de facto está a maioria dos doentes hipertensos”.

“Mas as complicações, as comorbidades, os casos difíceis de abordar e tratar, mantêm presença mesmo neste modelo de congresso online, necessariamente mais curto. E sempre sem esquecer a formação pós-graduada dirigida aos mais novos e que, para colocar de pé um evento desta dimensão, é preciso continuar a contar com os nossos parceiros da Indústria Farmacêutica”, conclui.